O jornal Eco da Tradição, desde a edição de janeiro de 2018, vem fazendo entrevistas com os coordenadores regionais. Na pauta, os principais desafios enfrentados como gestores, uma breve análise de como se chegou a este contexto, e quais as estratégias que o grupo adotou para fazer frente a estes desafios. Todo esse conteúdo, agora, será transformado em websérie, com publicações diárias, dando destaque a cada uma das Regiões. A ordem de publicação segue a do jornal. Neste post, a opinião do coordenador da 22ª Região Tradicionalista, Ricardo Haag.

Atuação permanente do jovem

Ricardo Haag, da 22ª Região Tradicionalista, acredita que o maior desafio é o de mobilizar os tradicionalistas para o trabalho voluntário em suas entidades, na RT e no MTG, visando o engrandecimento e a renovação do tradicionalismo como movimento cultural organizado. “Tenho me preocupado muito com a renovação/sucessão nas entidades, pois estamos vivendo uma geração que prefere ficar numa zona de conforto sem assumir responsabilidades”, afirma. Os jovens de hoje, na sua opinião, se envolvem em projetos de curto prazo, como participar do ENART por exemplo, mas após o evento se dispersam, não continuam atuantes dentro das entidades. “Hoje temos um departamento jovem atuante dentro da RT, mas precisamos que este movimento seja implantado também em todas entidades fazendo com que desta forma haja a renovação necessária para unir gerações e dar continuidade ao movimento tradicionalista”, acredita Haag. É preciso, segundo ele, que os eventos sejam atrativos não só para as pessoas de dentro do movimento, mas também e principalmente para quem está de fora.

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