O AT Poncho Branco, de Santa Maria, integra o bloco 2 das apresentações das Danças Tradicionais Força A do Enart, que acontece de 16 a 18 de novembro em Santa Cruz do Sul. Confira o contexto de sua apresentação e detalhes sobre as coreografias de entrada e saída:

Entrada – Ponho Pátria, coreografia de entrada, retrata a história do poncho, vestimenta que faz parte, desde pelo menos o período colonial, trazido das possessões castelhanas provavelmente durante o período da União Ibérica.

Foi vestimenta usada por diversos grupos, como bandeirantes, tropeiros e gaúchos. Seu uso era bastante comum nas províncias meridionais do Brasil até o final do século XIX, incluindo São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, partes de Minas Gerais, do Mato Grosso e Goiás, todas estas regiões tradicionalmente fornecedoras de condutores de mulas (tropeiros).

É o Poncho que protege os campeiros até os dias de hoje do frio e da chuva.

Saída – A coreografia de saída é uma homenagem à entidade. Em sua cor preta retrata o luto pela perda da sede com os temporais de 2015. Mas, mas como o velho poncho peregrino, a entidade não fraquejou e o Poncho Branco de luz e paz veste agora os dançarinos e abriga todos os sonhos, principalmente o de reerguer as paredes do galpão.

 

Foto meramente ilustrativa (Crédito: Deivis Bueno)

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