O jornal Eco da Tradição, desde a edição de janeiro de 2018, vem fazendo entrevistas com os coordenadores regionais. Na pauta, os principais desafios enfrentados como gestores, uma breve análise de como se chegou a este contexto, e quais as estratégias que o grupo adotou para fazer frente a estes desafios.
Todo esse conteúdo, agora, será transformado em websérie, com publicações diárias, dando destaque a cada uma das Regiões. A ordem de publicação segue a do jornal.
Neste primeiro post, a opinião do coordenador da 1ª Região Tradicionalista, Luiz Lamaison. Confira]:

Sustentabilidade financeira
Para Luiz Lamaison, da 1ª Região Tradicionalista, um dos principais desafios está relacionado à sustentabilidade financeira dos eventos. Segundo ele, a sociedade como um todo tem sentido os efeitos da crise econômica do país e o reflexo imediato nas iniciativas tradicionalistas foi a redução de aporte de dinheiro público. “Os eventos são caros e o calendário precisa ser cumprido, independente das circunstâncias”, afirma. A estratégia desenvolvida pela 1ª RT para enfrentar o problema é a união das entidades tradicionalistas, buscando parcerias e reforçando a importância do comprometimento.
Para o coordenador, a união é a grande saída para esse período, sendo necessário o apoio de todos, seja da coordenadoria, dos departamentos, cada um fazendo bem sua parte. “As entidades também estão sentindo dificuldades para continuarem atuando, mas se todas se ajudarem, é mais fácil atingir os objetivos”. Segundo Lamaison, é importante e necessário que o tradicionalismo se mantenha forte, coeso e que seja empregada toda energia necessária para mantê-lo para as próximas gerações, o que reforça a importância dos jovens no MTG.

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