Chapa 1, “Juntos Somos Mais”, tem Fabiano Vencatto como candidato a presidente

No Eco da Tradição de fevereiro, as três chapas que concorrem à presidência do MTG foram entrevistadas. Confira as considerações da chapa Juntos Somos Mais, em três aspectos fundamentais: filosofia de trabalho, principais propostas e argumentos para escolher esse grupo para a gestão da entidade.

Filosofia de trabalho – Nosso trabalho está sustentado por quatro pilares, que consideramos fundamentais:
Transparência – Porque acreditamos que a transparência deve ser um centro de sustentação fundamental em qualquer administração, embora muitos preguem poucos a executem. A transparência não está apenas ligada a questões financeiras. Vai muito mais além. Ela está presente no andamento administrativo, avaliativo, na previsão financeira e orçamentária, entre tantos outros processos. Defendemos que a transparência deve pautar uma administração em todos seus segmentos. Afinal o que administramos não é nosso, e sim de toda sociedade tradicionalista.
Renovação – Tudo em nossa vida é um grande ciclo de conhecimentos, aprendizagens e de recomeço. É preciso haver oxigenação. Quando ocupamos o mesmo cargo por muitos anos, corremos o risco de entrarmos em um círculo vicioso, e com nossa Federação não é diferente. É preciso renovar, dar novas oportunidades. Nosso grupo é pautado por novas lideranças, tradicionalistas das bases que conhecem as dificuldades na prática, e com certeza tem muito a contribuir para um movimento voltado às coordenadorias regionais e as nossas entidades.
Democracia – Entendemos que o processo democrático deve pautar a administração. A sociedade na qual estamos inseridos deve sentir-se representada. É por isso que escolhemos tradicionalistas de todas as segmentações (artística, esportiva, campeira, cultural e administrativa). Uma gestão democrática começa em escutar os demais, ter um Conselho participativo com diversas opiniões diferentes, mas que convirja para o mesmo objetivo o de fomentar e fortalecer nossas raízes.
Interiorização – A interiorização foi uma filosofia de trabalho criada pelo presidente Bertolini, que trouxe grandes resultados. Queremos resgatar essa prática, de estarmos presentes nos eventos das Coordenadorias levando a estrutura administrativa, jurídica, contábil, financeira, cultural, artística, esportiva e campeira, assessorando assim no andamento das regiões e entidades. Não podemos confundir interiorização com visitação em eventos. A interiorização vai muito além. Interiorizar é resolver demandas e necessidades.

Principais propostas – Primeiro é preciso tomarmos ciência da verdadeira situação administrativa e financeira do MTG e da FCG. Em segundo lugar, é necessário agir em pontos específicos que já são discutidos há anos, tais como: Proposta encaminhada pelo Coordenador Ivan Botelho da 2ª RT – Eleições regionalizadas e bi anuais, com Congresso e Convenção em anos intercalados (anos pares Congressos, e Anos impares Convenção), e proposta encaminha pelo Coordenador Evandro Martins, da 17ª RT – Repasse para as regiões de 50% das anuidades.
É preciso entender que as principais propostas devem estar voltadas ao amparo de nossas entidades, com auxilio e valorização das Coordenadorias Regionais. O ano de 2021 terá muitos reflexos de 2020, e me atrevo a dizer que também em 2022. Por isso é necessário nos readaptarmos, sem propostas mirabolantes ou que não agreguem vantagens as entidades tradicionalistas.
O MTG deve trabalhar em novas fontes e formas de arrecadações. O tempo de viver apenas de anuidades das entidades ficou para trás. A pandemia nos apresentou esta situação. É preciso investir em outras fontes de arrecadação, trabalhar na divulgação e fortalecimento da marca MTG, gerando renda, inverter a pirâmide no pertinente às Leis de Incentivo à Cultura, trabalhar na organização dos documentos de nossas entidades, assessoria na construção de projetos, revisão dos projetos construídos por nossas entidades e unificação de projetos gerando beneficiar mais entidades tradicionalistas.
Frisamos muito a questão transparência, que deve estar sempre em evidências, incentivar as lideranças jovens através da criação da Vice-Presidencia Jovem, trazer de volta a Vice-Presidência de Eventos, dando qualidade e estruturação a nossas atividades. A evolução do cartão tradicionalista através de um cartão virtual, disponibilizado em aplicativo para todos os tradicionalistas, a diminuição de conflitos através da criação de um centro de mediação, a descentralização da administração do MTG, proporcionar momentos de debates e trocas de conhecimento nos eventos do MTG, reformular a Fundação Cultural Gaúcha trazendo-a para o seu verdadeiro papel, incentivar a publicação de obras literárias e novos escritores, são apenas algumas de nossas propostas.

Por que votar em Fabiano Vencato?

– Penso que a pergunta a ser feita, não seria o porquê votar em mim, mas o porquê votar no Grupo Juntos Somos Mais MTG? Embora tradicionalmente se divulgue o nome do candidato à Presidência, é importante salientar de que estaremos elegendo o Conselho Diretor. Desta forma podemos citar diversas justificativas de porque acreditamos sermos o caminho certo.
1. Por sermos a renovação de que o MTG necessita. Não somos situação e também não somos a velha administração. Somos um caminho novo, de mudanças propositivas;
2. Possuímos um Conselho diversificado, onde todo tradicionalista se enxergará representado;
3. Queremos ser um agente transformador;
4. Temos uma visão diferenciada do papel do MTG, não apenas arrecadatória, mas uma visão voltada a preservação do passado, não abrindo mão da tecnologia;
5. Por darmos vez e voz a todos sem distinção;
6. Pelos compromissos que estamos assumindo com todos os tradicionalistas;
7. Por ter a oportunidade de eleger tradicionalistas das bases regionais, que conhecem as verdadeiras necessidades de nossas entidades;
8. Por possuirmos vice-presidências qualificadas, preocupadas com o tradicionalismo em todas suas manifestações;
9. Por termos projetos consistentes que darão retorno financeiro não apenas ao MTG, mas também as entidades tradicionalistas.

* Texto enviado pela Campanha