Eco da Tradição aborda produção artística tipicamente gaúcha

 

A cultura e a tradição gaúchas são muito ricas enquanto fonte de inspiração para as mais diversas manifestações artísticas. Em versos, dança, música e tantas outras possibilidades, elas tocam a sensibilidade e proporcionam um espetáculo estético.

 

Nesta edição do Eco da Tradição, nos propusemos a abrir um diálogo sobre como a típica arte gaúcha tem tocado nossos artistas e inspirado suas produções. Além disso, contextualiza cada manifestação numa perspectiva de realidade atual, desafios que se impõe e as perspectivas que se desenham para o futuro – em que pese uma pandemia que somente com a vacinação em massa da população tende a ser controlada.

 

Na confecção desta edição, procuramos expandir o horizonte e analisar as artes que crescem também fora dos galpões tradicionalistas, onde é inegável que a dança reina. Ousamos falar de cinema a partir do sucesso que está sendo, por exemplo, O Bochincho. Ousamos falar de contação de histórias, a partir do sucesso da Ong Cataventus, de Porto Alegre, que tem amplo histórico de compromisso com a propagação da cultura gaúcha a partir de suas oficinas. E ousamos também falar de políticas públicas de incentivo à cultura, considerando o ingresso de expoentes da música gaúcha em secretarias municipais de cultura. O que mudou na visão deles no momento em que “mudaram de lado no balcão?”.

 

Nesta edição, além de divulgar boas ações relacionadas à cultura gaúcha, também valorizamos o olhar crítico e de questionamento sobre ela. Nesse sentido, a entrevista com a patrona dos Festejos Farroupilhas do Rio Grande do Sul 2021, Liliana Cardoso, nos convida a pensar sobre duas pautas urgentes e que são também questões nevrálgicas: a presença da mulher no movimento tradicionalista gaúcho e também do negro.

 

Desejamos ótima leitura!

 

Acesse: Eco 224 – Maio de 2021