Vice-presidentes do MTG destacam parceria das RTs no desenvolvimento de suas atividades

 

Juntamente com o Conselho Diretor e a Junta Fiscal, as RTs são órgãos administrativos do MTG. Elas têm personalidade jurídica própria e, para as atividades das vice-presidências, são fundamentais, especialmente na realização de eventos. Congresso Tradicionalista, Fecars – Festa Campeira do Rio Grande do Sul, Entrevero de Peões, Ciranda de Prendas, Convenção Tradicionalista, Acampamento Farroupilha de Porto Alegre, Enart, aniversário do MTG acontecem em consonância com as RTs.

As Regiões Tradicionalistas são órgãos de desconcentração territorial do Movimento Tradicionalista Gaúcho, constituídas por entidades filiadas agrupadas de acordo com sua localização, por afinidade geográfica e cultural.

Cada RT é administrada por um Coordenador Regional, que é responsável, perante o MTG, pelas atividades e funcionamento de sua área de jurisdição. O número de Regiões Tradicionalistas e a abrangência territorial das mesmas, assim como a forma de designação e a competência dos Coordenadores Regionais, são fixados no Regulamento Geral do MTG.

Juntamente com o Conselho Diretor e a Junta Fiscal, as Regiões Tradicionalistas são órgãos administrativos do MTG. Elas têm personalidade jurídica própria e estatuto conforme modelo padrão aprovado pelo Conselho Diretor do MTG, exceto a 40ª RT que é, administrativamente, um departamento do MTG.

Para as atividades das vice-presidências do MTG, as Regiões Tradicionalistas são fundamentais. Especialmente na área de eventos, como Congresso Tradicionalista, Fecars – Festa Campeira do Rio Grande do Sul, Entrevero de Peões, Ciranda de Prendas, Convenção Tradicionalista, Acampamento Farroupilha de Porto Alegre, Enart e outros, elas trabalham em parceria.

Administração e Finanças – Para o vice-presidente de administração e finanças do Movimento Tradicionalista Gaúcho, César Oliveira, cada RT tem sua identidade e particularidades geográficas, étnicas e culturais, que devem ser respeitadas, e ninguém mais qualificado do que uma gestão local para reconhecê-las, interpretá-las e defendê-las. Segundo César, o trabalho das coordenadorias regionais deve ser reconhecido e fortalecido, dentro de uma proposta de descentralização administrativa do MTG. Na sua opinião, a diversidade é a maior riqueza cultural do Estado e nisso reside a importância das Regiões Tradicionalistas em seu papel de lutar pelos interesses de suas filiadas e a preservação desta identidade.

Campeira – Para o vice-presidente campeiro do MTG, Adriano Pacheco, as coordenadorias regionais têm um importante papel no desenvolvimento das atividades campeiras. A ligação direta com as entidades as auxilia muito, seja para o bom andamento na organização e também na integração dos tradicionalistas. “Um exemplo é calendário anual das regiões, em que são organizados todos os eventos de forma igualitária e participativa dos patrões”, afirma.

Esportes Campeiros – Para o vice-presidente de esportes campeiros, Martim Guterres, as regiões tradicionalistas são fundamentais para a vice-presidência de esportes campeiros, pois é através dos coordenadores que acontece o apoio necessário para que os jogadores participem das competições realizadas. Ele cita como exemplo as edições em nível estadual do Aberto de Esportes e do Enecamp.

Artística – Para Valmir Bohmer, vice-presidente artístico do MTG, as Regiões Tradicionalistas não só integram a administração do Movimento, como também desenvolvem a função fundamental de interligarem a administração com as entidades. Na sua opinião, a importância das RTs é comum a todas as áreas que compõem a vice-presidência do MTG. “Todas as atividades artísticas, campeiras e culturais são desenvolvidas junto às entidades através do elo Região”.

Cultura – Para Roberta Jacinto, vice-presidente de Cultura, não há administração central sem a parceria com as regiões e entidades. “As RTs nos trazem as realidades regionais e as necessidades dos tradicionalistas”. Além disso, na sua opinião, são de suma importância para a concretização das atividades planejadas. “Especialmente no último ano, no qual passamos por inúmeras adaptações e eventos virtuais, o amparo das regiões foi essencial para que as informações chegassem e pudéssemos realizar atividades que até então inéditas”, conclui.

Por Sandra Veroneze | Matéria integrante do Eco da Tradição 222